Ministério
de Intercessão do Portal Eu Nasci de Novo
•
AMOR
O amor, o do tipo de Deus, “ágape”, é a maior
condição prévia para a intercessão bem-sucedida.
E se você é um filho de Deus, você tem este tipo
de amor.
Rm. 5.5 – “e a esperança
não desaponta, porquanto o amor de Deus está derramado
em nossos corações pelo Espírito Santo que nos
foi dado.”
Quando você nasceu de novo, Deus ficou sendo seu
Pai. Ele é um Deus de amor. Você é um filho do
amor de um Deus do amor. Você é nascido de Deus,
e Deus é amor, logo você nasceu do amor. A natureza
de Deus está em você. E a natureza de Deus é o
amor.
A nossa família é uma família de amor. Todos os
membros da família o têm: de outra forma, não
estão na família.
I Jo. 3.14-16 – “Nós
sabemos que já passamos da morte para a vida,
porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece
na morte. Todo o que odeia a seu irmão é homicida;
e vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna
permanecendo nele. Nisto conhecemos o amor: que
Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar
a vida pelos irmãos.”
É possível que não estejam exercendo o amor. Talvez
sejam como o homem do único talento, que o embrulhou
num lenço e o enterrou. A bíblia, porém, declara
que o amor de Deus foi derramado em nossos corações
pelo Espírito Santo. Isto significa que o amor
do estilo de Deus foi derramado em nosso espírito.
Essa é uma família do amor. O amor é a base de
todas as atividades do Corpo de Cristo na terra.
I Tes. 4.9 – “Quanto,
porém, ao amor fraternal, não necessitais de que
se vos escreva, visto que vós mesmos sois instruídos
por Deus a vos amardes uns aos outros.”
A lei do amor da família de Deus é:
Jo. 13.34 – “Um novo
mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros;
assim como eu vos amei a vós, que também vós vos
ameis uns aos outros.”
Também somos ordenados a amar os nossos inimigos:
Mt. 5.44-45 – “Eu, porém,
vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos
que vos perseguem; para que vos torneis filhos
do vosso Pai que está nos céus; porque ele
faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz
chover sobre justos e injustos.”
A razão por que podemos fazer isso só é possível
do amor que o Pai nos concedeu:
I Jo. 3.1 – “Vede que
grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos
chamados filhos de Deus.”
“É impossível você praticar isso sem ter nascido
de novo”
•
A
SUA VONTADE E O AMOR DE DEUS
O
amor ágape, o amor do tipo de Deus, envolve a
escolha da sua vontade.
Esse amor está dentro do seu espírito se você
nasceu de novo. Mas é você quem precisa exercer
sua vontade para pô-la em prática. Você opta por
liberar esse amor de dentro de você.
Podemos optar por amar todas as pessoas, até mesmo
nossos inimigos. Quase todos conseguem amar aqueles
que os amam, mas o nosso Pai nos manda mar os
nossos inimigos.
“Lembre-se que Deus deu o seu Filho por amor a
você”
Optamos por amar todas as pessoas. Amamos como
Deus ama. Isso envolve dar nossa vida pelo benefício
da humanidade. Não se trata meramente de morrer
fisicamente. Refere-se principalmente a estarmos
dispostos a abrir mão da nossa própria vontade
e desejos, e dedicar tempo à oração e intercessão
por todos os homens.
Rm. 12.1-2 – “Rogo-vos
pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis
os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo
e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.”
É ai que entra o sacrifício. È assim que entramos
nos sacrifício dEle.
Você não está sacrificando por Cristo quando você
faz a sua vontade. Não é esse o sacrifício dEle.
Participamos do Seu sacrifício em prol da humanidade.
O sacrifício acontece quando você abre mão da
sua própria vontade e vida a fim de interceder
pelos outros.
Rm. 12.2 – “E não vos
conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela
renovação da vossa mente, para que experimenteis
qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade
de Deus.“
“A sua vontade será sempre boa e agradável, mas
só será perfeita quando colocá-la no centro da
vontade de Deus.”
•
COMPAIXÃO
O
amor é a base de toda a atividade cristã. A compaixão
é um ingrediente do amor divino.
Deus amou o mundo de tal maneira que Ele deu Jesus.
E Jesus nos amou de tal maneira que Ele se sacrificou
por nós.
No Seu ministério terrestre, repetidas vezes vemos
a compaixão.
Ao olharmos aquela verdade maravilhosa, lembremo-nos
que Jesus disse: “Quem
me vê a mim, vê o Pai” (Jo. 14.9).
Se você quiser ver a Deus, olhe para Jesus. Jesus
é a vontade de Deus em ação. E, no Seu ministério
terrestre, Ele sentia compaixão pelas pessoas...
Mt. 9.36-38 – “Vendo
ele as multidões, compadeceu-se delas, porque
andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que
não têm pastor. Então disse a seus discípulos:
Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores
são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que
mande trabalhadores para a sua seara.”
Jesus tinha compaixão das pessoas, e nos pediu
que compartilhássemos daquela compaixão ao orarmos
que o Senhor da Seara enviasse trabalhadores para
o campo.
Jesus se compadecia e curava os enfermos:
Mt. 14.14 – “E ele,
ao desembarcar, viu uma grande multidão; e, compadecendo-se
dela, curou os seus enfermos.”
A compaixão de Jesus levou-o a alimentar os quatro
mil:
Mt. 15.32 – “Jesus chamou
os seus discípulos, e disse: Tenho compaixão da
multidão, porque já faz três dias que eles estão
comigo, e não têm o que comer; e não quero despedi-los
em jejum, para que não desfaleçam no caminho.”
Na sua compaixão, Jesus curava toda pessoa que
lhe pedia. Jesus ensinava seus discípulos a compartilharem
da sua compaixão, ao enviar os Doze e os Setenta.
Lc. 9.1 – “Reunindo
os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos
os demônios, e para curarem doenças;”
Lc. 10.1-2 – “Depois
disso designou o Senhor outros setenta, e os enviou
adiante de si, de dois em dois, a todas as cidades
e lugares aonde ele havia de ir. E dizia-lhes:
Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores
são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que
mande trabalhadores para a sua seara”
Sua compaixão tinha de ser continuada após a Sua
Ascensão, pois Ele fez da cura um dos sinais daquele
que crê.
Todas as vezes que Jesus ficou compadecido, houve
libertação para as pessoas.
A simpatia humana diz: “Sei como você se sente",
lastimo muito.
A compaixão divina diz: “Sei como você se sente”
e liberta a pessoa.
Jesus sentia a mesma coisa que Maria e Marta,
quando Se agitou no espírito, comoveu-se e também
chorou.
Jo. 11.33,35 – “Jesus,
pois, quando a viu chorar, e chorarem também os
judeus que com ela vinham, comoveu-se em espírito,
e perturbou-se,...Jesus chorou.”
A compaixão de Jesus trazia a libertação. Se tivermos
a divina compaixão de Jesus, haverá libertação.
Mas penso muito nas ocasiões em que temos tentado
libertar as pessoas, mas sem a compaixão divina.
É ai que entram a oração de intercessão.
Rm. 12.15 – “alegrai-vos
com os que se alegram; chorai com os que choram;”
Chorar com aqueles que choram traz libertação.
Os crentes dedicados poderão entrar nessa área
da compaixão por um só caminho, a Comunhão
com Deus.
“É imprescindível que o intercessor esteja com
sua vida no altar”
Não podemos ter comunhão com Deus...não podemos
sentar-nos na Presença do Grande Deus deste universo...sem
Seu amor permear o nosso ser...sem Sua compaixão
fluir para dentro de nós.
E é quando conseguimos chegar até essa condição,
que poderemos fazer conforme disse Jesus:
Jo. 14.12 – “Em verdade,
em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse
também fará as obras que eu faço, e as fará maiores
do que estas; porque eu vou para o Pai;”
As obras que Ele fazia nasceram do amor e da compaixão.
As obras que são feitas por aqueles que crêem
são produtos de compartilharem do Seu ministério
de amor e compaixão.
Bibliografia:
Bíblia Sagrada
Livro A Arte da Intercessão
Autor: Kenneth E. Hagin
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