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Aquele que ama a seu irmão permanece na luz

 

Claudio Cunha

Diretor do Portal

ccunha@eunascidenovo.com.br

No MSN ccunharj@hotmail.com

 






"Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há tropeço. Mas aquele que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai; porque as trevas lhe cegaram os olhos" (1 João 2:10, 11).

Os morcegos são criaturas da escuridão. Durante a luz do dia eles se escondem nas cavernas, saindo apenas durante a noite. Eles voam no escuro guiados por uma espécie de radar natural. As toupeiras também são criaturas da escuridão. Seu hábitat natural é em baixo da superfície da Terra. Praticamente cegas, elas escavam ao longo do subterrâneo fazendo sua rede de túneis. Humanos, porém, são criaturas da luz. A humanidade sempre precisou de tochas, lanternas ou luzes elétricas para viver à noite. Em total escuridão, nós nos tornamos desorientados e perdemos nosso caminho.

Qual tem sido nosso comportamento em relação ao próximo?
Preocupamo-nos com as pessoas que estão ao redor ou vivemos como se elas não tivessem qualquer importância? Amamos aos nossos irmãos, desejando que tenham, também, a vida eterna ou o que nos importa é exclusivamente a nossa salvação?

Os homens são criaturas que vivem na luz e nós, como filhos de Deus, não somente andamos na luz como precisamos ser luz para todos aqueles que nos cercam. O nosso testemunho deve glorificar o nome de Jesus Cristo e no nome do nosso Salvador devemos ser canais de bênçãos para que todos, através de nosso exemplo, encontrem também o caminho da vida abundante e eterna.

Quando a nossa vida serve de tropeço para os que nos conhecem, envergonhamos a Deus e, em vez de iluminarmos o ambiente, cercamo-lo de trevas e, além de escurecermos o caminho dos que estão junto a nós, também ficamos perdidos, porque não sabemos para onde vamos.

Que possamos estar sempre na luz, amando ao nosso irmão e engrandecendo o nome do Senhor que é a fonte de toda a luz nesse mundo.

Que Deus o(a) abençoe, Graça e Paz!

Claudio Cunha
Diretor do Ministério Eu Nasci de Novo para as Nações

 
Ser aprovado por Deus

 

Claudio Cunha

Diretor do Portal

ccunha@eunascidenovo.com.br

No MSN ccunharj@hotmail.com

 






Um dos momentos mais felizes na vida de um estudante, é, sem dúvida alguma, aquele em que ele recebe a notícia da sua aprovação. Naquele instante, ele se esquece das noites em claro, das vezes em que teve que suprimir o lazer, e dos sacrifícios financeiros. A única coisa que passa a ter valor é a notícia da sua aprovação.

O Apóstolo Paulo, ao longo da sua vida, manteve viva em sua mente a certeza de que um dia teria que comparecer diante do tribunal Divino para ter as suas obras avaliadas. Ele tinha plena convicção de que o julgamentoa que seria submetido diria respeito a concessão do galardão, e não à sua salvação. A salvação que recebera do Senhor era eterna. Foi-lhe outorgada, não por alguma coisa que tivesse feito, ou que viesse a fazer, mas unicamente pela graça de Deus. Ele a recebera através da fé

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas" (Efésios 2:8-10).

No entanto, além da salvação, ele sabia que o Senhor desejava outorga-lhe uma outra benção:
o galardão.
Tendo em mente esta certeza, o Apóstolo cultivou no coração o desejo de ser aprovado por Deus. Para tanto, deixou-se inundar e dinamizar pelo amor de Cristo. Fez do amor a única e verdadeira motivação para as suas ações. Cuidou para que o orgulho não encontrasse espaço no seu coração, e o desviasse do propósito de em tudo honrar e glorificar o nome do Salvador. Empenhou-se no esforço de caminhar em sentido oposto aos que seguiam o curso deste mundo. Não procurou ser aplaudido pelos homens, até porque ele bem sabia que tais aplausos são circustanciais. Tornou-se um servo abnegado, e como resultado dos seus esforços pode dizer ao fim de seus dias:

"Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, o justo Juíz, me dará naquele dia; e não somente a mim mas a todos os que amarem a sua vinda" (II Timóteo 4:7-8).

Paulo compartilhou este propósito com Timóteo, e por extensão com todos nós. Trabalhamos para Aquele que por sua bondade e santidade merece o nosso melhor. Para o Mestre dos mestres, para o Senhor dos senhores e Rei dos Reis. Sendo assim, devemos reavaliar os nossos propósitos, e as nossas motivações, e como servos obedientes, vivenciarmos o preceito registrado em I Timóteo 2:15

"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade".


Que Deus o(a) abençoe, Graça e Paz!

Claudio Cunha
Diretor do Ministério Eu Nasci de Novo para as Nações

 

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Atualização  em 22/10/07